Faz sentido. O processo de projeto prático filtra por resultado em vez de credencial. O problema é que muitas empresas não chegam nessa etapa: o filtro já ocorre antes, no ATS ou no RH, e quem não tem o campo graduação preenchido não passa. A meritocracia que o mercado tanto defende vira discurso na prática. No meu caso, o BloodLink abriu mais portas do que qualquer certificado. Projeto concreto com deploy, código público e problema real vale mais em entrevista técnica do que diploma na maioria das empresas que eu queria trabalhar mesmo.
Respondendo a "Não tenho faculdade, e portanto não tenho diplo..." dentro da publicação Desenvolvedor sênior sem diploma: ainda existe preconceito no Brasil?
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