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Trabalho especificamente mantendo um gerador/emissor fiscal que se comunica com NFe/NFCe e estamos trabalhando na NFSe (nacional) e a documentação é extremamente técnica sim, porém todo o processo é muito bem documentado.
Na minha opinião é um dos poucos processos que é grande, e que tem uma documentação realmente atualizada SEMPRE.
HOMOLOGAÇÃO tem esse nome por que acharam legal, pois sim, a documentação oficial explica que ele é e SEMPRE será diferente do ambiente de produção, pois algumas mudanças vão entrar nele primeiro, para depois irem para a PRODUÇÃO.
O NFCe é um "subconjunto" menor, voltado a venda rápida com consumidor, sem tanto recurso, ele é DIRETO E RETO, o ambiente de CONTINGÊNCIA é caótico em todas as variações, até porque as regras dele tem mais excessão, na verdade a excessão é a regra.

O certificado você se acostuma, piora muito quando for lidar com A3 e certificados com hardware, principalmente fora do Windows, é virtualmente impossível.

Sim, o produto É o emissor, o resto é anexo. Manter de modo escalável um sistema de emissão, é realmente complexo, e tem ainda normas que mudam de UF para UF por sorte sao poucas mais existem. Outro problema é que nem todos ENTRAM no ar ao mesmo tempo.

Uma coisa que me ajudou muito: pegar XMLs de notas reais (você pode baixar pelo portal da SEFAZ) e comparar campo por campo com o que seu código gera. É tedioso, mas é o debug mais eficiente.

os XSD são, o melhor caminho de validar a base, as regras, só com o tempo você passa a ENTENDER do fiscal e compreende como funciona, mais o sistema tributário vive das excessões, aparentemente a reforma deveria mudar isso, mais parece que ta caminhando pra ser mais um ninho de mafagafo emaranhado no meio dos outros.

Quanto a NFSe é um universo a parte, e se te servir de inspiração para o CAOS, pensa que municípios como SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, seguem um padrão mais "correto" e quase compatível entre sí, o problema reside ou seria resiste, nas menores prefeituras. Simplesmente, elas não querem mudar, e muito menos evoluir, isso iria gerar custo e elas são pequenas.... dai, as centenas ou milhares de excessões delas são um mar de monstros.

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Esse módulo do Roberto pra PHP é muito bom, e extremamente completo e aberto. Inclusive ele tem uma API paga pronta, que nunca usei mais pelo que vejo falarem é muito boa.

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É isso mesmo, mas aqui entre nós, como todo conhecimento, há uma curva de aprendizado. Passei por esta curva e não tenho mais "medo" códigos para notas fiscais. Fica a dica: A real é que nem é tão complicado, mas sim, uma cadência de matemática e informaçoes corretas. E é assim mesmo que deve ser. Senão vira bagunça.

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Por ser um setor altamente regulamentado, e regrado, vemos que na média, são sistemas bem mantidos, se você já teve que integrar sistemas com automação bancária, ANTES do OpenFinance vai entender o que eu tô falando....
As prefeituras, ainda são meio que como integrar com 5570 sistemas diferentes, a NFSe veio para botar um pouco mais de ORDEM no caos, mais ainda estamos a uns 10 anos de um MVP nacional..... Falta as leis serem mais incisivas, contra as prefeituras, quando foi implementado a NF-e ela já previa um "modelo" nacional para serviços que nunca saiu do papel pois as prefeituras não aderiram.
Essa nova versão teve mais "adesão" pois beneficiou as pequenas prefeituras, já que o "creditário" do ISS será dividido entre lugar de emissão e de prestação.... imagina que uma NETFLIX tem clientes no Brasil inteiro, se as prefeituras de cidades pequenas receberem uma pequena fatia (dos assinantes locais) acaba se beneficiando e tendo um incentivo pra participar......
Pra mim, deveria ser como LEI, a partir de dia X a emissão será no ambiente nacional. Nós contribuintes temos que aceitar, porque só o fato da prefeitura ser 'governo' ela pode discutir e ter 'regras' mais brandas?

Mas, enfim, é uma área legal para atuar.