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Obrigado! Boa pergunta. Esse ponto do consumo de bateria realmente era bem sensível nas primeiras implementações de WebRTC, principalmente em mobile. Com o tempo isso melhorou bastante, tanto por causa dos codecs mais eficientes quanto por ajustes mais finos de bitrate, resolução e frame rate. Hoje, para quem está só consumindo o stream, o impacto costuma ser bem mais controlável do que era alguns anos atrás.
Sobre a distribuição, não é um modelo P2P entre usuários. O fluxo é mais simples: ingestão central via RTMP e distribuição via WebRTC a partir de servidor. Isso facilita bastante o controle de latência, qualidade e escala. A mesma estrutura acaba atendendo tanto cenários mais fechados (pontos específicos de visualização) quanto público geral, dependendo da necessidade da transmissão.

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