Cara, isso é muito massa!
Quando eu estava no ensino médio, participei de um projeto chamado ROBOLON, na UEL. Lá, trabalhei em uma garra robótica que conseguia pegar uma caixa em uma área, independentemente da posição dela ou da existência de obstáculos. Usando apenas dois sensores e uma marcação em "X" feita com canetão, o robô encontrava a caixa, pegava e levava até o X, que podia estar desenhado em qualquer lugar.
Eu não cheguei a montar toda a parte mecânica, mas conferi as conexões e fiquei responsável pelo que eu mais gostava: o código. Na época, programei toda a lógica em C++ para Arduino, praticamente na raça. Isso foi lá por 2018, bem antes das IAs serem populares como são hoje.
No fim, o projeto deu muito certo e eu ainda ganhei um kit de Arduino como premiação. Foi uma experiência muito marcante e acho que ali ficou bem claro que eu sempre fui o cara do código.