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antes da parte de dinheiro, três coisas que eu olharia primeiro.

o design está bem genérico e pouco intuitivo. num site de vagas a informação que decide tudo é onde fica — um mapa com a localização aproximada das vagas, ou pelo menos um filtro por região visível já na primeira tela, muda bastante a sensação de utilidade.

você cadastrou o site no search console? (search.google.com/search-console) sem isso você não sabe por quais termos aparece, quantas impressões viram clique, nem se as páginas de vaga estão sendo indexadas. em site de vagas isso pesa o dobro, porque vaga tem prazo: se demora pra indexar, ela expira antes de aparecer na busca.

e você acompanha métrica de comportamento? firebase, analytics, qualquer coisa que mostre quantos chegam, quantos abrem uma vaga e quantos voltam. sem isso "tem bastante acesso" e "ninguém usa de verdade" parecem a mesma coisa. que retorno você tem hoje de quem usa o site?

sobre monetizar: google ads é você comprando tráfego, adsense é você vendendo espaço. no fio os dois estão sendo tratados como a mesma coisa, e a conta é bem diferente.

minha experiência é do lado mobile, com mediação de anúncios, então nem tudo transfere pra web. mas uma coisa transfere: audiência não vira receita sozinha, quem decide é taxa de preenchimento e eCPM. eu já passei semanas com requisição voltando sem anúncio nenhum. crescer 10x um público que preenche mal dá 10x de quase nada, e o eCPM brasileiro costuma ser uma fração do americano pro mesmo formato.

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