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Gostei bastante da combinação de proxy com allowlist e monitoramento de syscall. Acho que o ponto mais forte é transformar comportamento invisível do agente em algo auditável.

Uma pergunta: como você está pensando em tratar tráfego que não passa bem pelo fluxo HTTPS comum, como ferramentas que usam gRPC, websockets ou algum cliente com certificate pinning?

Imagino que nesses casos a parte de bloqueio por padrão continue sendo útil, mesmo quando não dá para descriptografar tudo. Mas talvez valha separar no dashboard o que foi “inspecionado” do que foi apenas “bloqueado por política”, para não passar uma sensação maior de visibilidade do que realmente existe.

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Faz sentido. Um cenário que eu imagino é um agente rodando ferramenta de desenvolvimento que conversa com serviços locais ou remotos usando gRPC ou websocket, por exemplo um language server, um serviço interno de busca ou algum runtime que mantém conexão aberta.

Nesse caso, talvez o objetivo não precise ser descriptografar tudo. Só separar bem três estados já ajudaria bastante:

  • tráfego inspecionado;
  • tráfego permitido mas não inspecionado;
  • tráfego bloqueado por política.

Assim o usuário não confunde “não vi nada suspeito” com “eu realmente consegui observar tudo”.