Gostei bastante da combinação de proxy com allowlist e monitoramento de syscall. Acho que o ponto mais forte é transformar comportamento invisível do agente em algo auditável.
Uma pergunta: como você está pensando em tratar tráfego que não passa bem pelo fluxo HTTPS comum, como ferramentas que usam gRPC, websockets ou algum cliente com certificate pinning?
Imagino que nesses casos a parte de bloqueio por padrão continue sendo útil, mesmo quando não dá para descriptografar tudo. Mas talvez valha separar no dashboard o que foi “inspecionado” do que foi apenas “bloqueado por política”, para não passar uma sensação maior de visibilidade do que realmente existe.