Senti exatamente esse incomodo ao ver o vídeo do Mano Deyvin. Contudo também cheguei a uma conclusão:
- No contexto "Build to Earn": já estou usando algo similar ao que o Akita utiliza e pretendo usar Gen AI o máximo possível.
- No contexto "Build to Learn": eu codo a maior parte das linhas e uso a AI mais para tirar dúvidas técnicas ou de design.
No final das contas, para quem é programador que ama o que faz, codar é gostoso e trás uma satisfação muito grande a cada vez que você consegue entregar uma feature ou um trecho de código inédito.
Atualmente estou estudando Go Lang com DDD e Clean Arch no meu tempo livre e consegui chegar em um resultado muito massa de estruturação de pastas e códigos com o auxílio da AI. A minha estratégia foi:
- Não utilizar agentes, somente a página do Claude/Gemini para tirar as dúvidas que fossem surgindo.
- Não copiar e colar os exemplos de código que a AI sugeriu, somente utilizar de referência - aqui eu literalmente digitei tudo na mão para memorização.
Então a mensagem que se tira do vídeo é: você será o protagonista de design e não mais do código em si.
Porém nada impede que eu continue codando em meus estudos ou projetos pessoais (a não ser que você esteja fazendo algum projeto que exija prazo apertado).