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Cara, eu gosto bastante dessa intuição.

Desde quando eu tinha uns 16 anos e li The Doors of Perception, do Aldous Huxley fiquei convencido de que o planeta é vivo.

Depois lá pelos 25 lendo The Singularity Is Near do Ray Kurzweil ele me convenceu de algo ainda mais estranho: talvez até uma pedra seja “viva”.

Hoje, chegando nos 40, acho inevitável que quando a gente “encorpar” modelos de linguagem em robôs com auto-manutenção e replicação eles vão estar tão vivos como seres humanos.

Então acho que a força do seu modelo não está nem tanto na fórmula mas em trocar a pergunta ruim pela pergunta muito melhor!

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