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Fala, Zilvo!

Curti demais o comparativo e a visão de “vibe coding”, ajudou a organizar bem o espaço de cada ferramenta em 2026.

Só queria complementar/corrigir um ponto específico sobre o Lovable: hoje ele não é mais um “jardim murado” em relação ao código.

O Lovable permite:

  • Exportar o projeto completo para um repositório no GitHub com um clique (incluindo frontend e backend).
  • Baixar o código ou clonar o repo normalmente e continuar o desenvolvimento em qualquer lugar (VS Code, Cursor, etc.).
  • Manter sync automático com o GitHub se você quiser, então o código não fica preso só dentro da plataforma.

A própria documentação e guias recentes reforçam que:

  • Você tem propriedade completa do código, podendo exportar a qualquer momento.
  • O export inclui uma base de código legível/editável, pensada justamente para handoff para devs ou para sair da plataforma quando fizer sentido. docs.lovable

O trade‑off real do Lovable hoje é menos “você não controla o código” e mais: “ele é perfeito para prototipar e lançar rápido; se o produto escala muito, provavelmente você vai querer levar esse código para um ambiente mais tradicional (Cursor, VS Code, etc.) e seguir dali”. analysedigital

De resto, mandou muito bem na análise de perfil de cada ferramenta. Esse tipo de conteúdo ajuda bastante quem está tentando escolher stack em 2026.