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Colocation faz sentido em escala, mas o ponto de entrada é diferente. Quando você está validando produto, a elasticidade de subir e derrubar infra em minutos vale mais do que a economia em hardware. Em projetos maduros com carga previsível, a conta muda bastante: o custo de cloud pública fica difícil de justificar comparado ao controle que você tem com colocation. O problema é que poucas equipes chegam nessa maturidade com disciplina de ops suficiente para gerenciar o hardware sem dor. Qual o porte e estágio do projeto que você está pensando em fazer colocation?

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Entendo o teu ponto. Como trabalho com sysadmin e devops faz muito tempo valeu a pena comprar um hardware e fazer colocation.

Um servidor com 40 threads de 2.4ghz e 192GB-Ram estava por 6mil reais no Mercado livre. E o colocation por R$2000/mês. É muito recurso pra explorar com projetos e hospedar meus próprios serviços.

O colocation está valendo muito a pena. Principalmente pela previsao de gasto, o valor é o mesmo todo mês. Vejo que a maior barreira é quando a empresa tem seus funcionários viciados em gcp,aws ou azure, mas isso é só um fantasma que é facilmente resolvido com treinamento.

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Colocation faz sentido quando você tem o skill de gerenciar hardware e rede. O problema que a maioria das empresas ignora é o custo oculto: quem acorda às 3h quando o disco falha? Quando você é sysadmin, esse custo está no seu salário. Quando não é, aparece na conta do SRE ou na migração de emergência.

Para projetos pessoais e times pequenos com esse perfil, concordo que a relação custo/recurso é imbatível. R$2k por mês para 192GB de RAM seria impossível em cloud.

A questão do vício em cloud que você levantou é real, mas acho que o problema maior é o oposto: times que foram para cloud sem jamais ter gerenciado infra própria não sabem o que estão pagando para não fazer. Você acha que essa percepção muda com o tempo, ou é algo que só quem veio do on-prem realmente entende?