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Windows 12 em 2026 não é só um rumor técnico, é um sinal do que a Microsoft quer fazer com o seu PC

“Windows 12 em 2026: IA profunda, CorePC e a reinvenção silenciosa do Windows”

Se você acompanha tecnologia de perto, deve ter sentido aquele burburinho estranho nas últimas semanas. Windows 12. Sistema modular. CorePC. Copilot no centro de tudo. Exigência de NPU com 40 TOPS. Possível assinatura para recursos de inteligência artificial. E claro, lançamento em 2026, coincidindo direitinho com o fim do suporte do Windows 10.

Parece roteiro pronto demais, né?

Pois é. E é exatamente por isso que vale olhar com mais cuidado.

Não é sobre Windows 12. É sobre AI PC

Vou começar com algo que quase ninguém está colocando no centro da conversa. O nome “Windows 12” é só a superfície. O que está realmente em jogo é a consolidação do chamado AI PC.

Conversei recentemente com gente da indústria de hardware num evento fechado, e a frase que mais ouvi foi algo do tipo: “Em dois anos, vender PC sem NPU vai parecer ultrapassado”. Não é citação oficial, claro. Mas é o clima.

Quando os rumores falam em exigência de 40 TOPS para rodar recursos avançados de IA, isso não é detalhe técnico jogado ao acaso. É linha divisória. É uma forma de separar máquinas antigas de uma nova geração preparada para rodar inteligência artificial localmente, sem depender tanto da nuvem.

Se o Windows 12 realmente vier com integração profunda de Copilot, busca semântica no sistema inteiro, automações contextuais e processamento híbrido local e na nuvem, ele naturalmente favorece quem tem hardware moderno.

E isso, convenhamos, impulsiona a renovação de parque. Estratégia pura.

CorePC pode ser a verdadeira revolução

Entre todos os rumores, o que mais me chama atenção não é a interface nova. É o tal do CorePC.

A ideia é que o Windows deixe de ser um bloco monolítico cheio de camadas históricas e passe a funcionar de forma modular. Componentes isolados. Camadas independentes. Atualizações mais granulares. Builds adaptáveis para diferentes tipos de dispositivo.

Se isso for implementado como descrito, estamos falando de uma das maiores mudanças estruturais desde o Windows 10.

Um sistema modular muda segurança, muda desempenho, muda manutenção. Pode permitir versões mais leves para educação, mais otimizadas para gaming, mais controladas para empresas.

Um engenheiro com quem falei comentou algo interessante: “Se conseguirem modularizar sem quebrar compatibilidade, é revolução silenciosa”. E essa definição faz muito sentido.

Porque não vai parecer dramático para o usuário comum. Mas por baixo do capô, seria outra arquitetura. Conteúdo completo aqui

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muda segurança, muda desempenho, muda manutenção

Eu espero que os novos windows lidem melhor (eu tô bem desatualizado) com as questões de 'permissões'
Não sei do linux e do iphone mas pelo que vi da acensão do android ele 'aprendeu' com os outros sistemas operacionais. Demorou vários androidSDKs mas parece que chegaram a um modelo estável.

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A ideia de modularizar seria interessante para o futuro, mas essa ideia de aumentar as exigências e forçar a IA no sistema acho perigoso.

O próprio Windows 11 já sofre com isso.

Acho que haverá um êxodo maior de pessoas para o Linux.

Eu já uso Linux mesmo, no trabalho e em casa. Tenho Windows no meu notebook pessoal, mas se o Windows deixar de funcionar(ou deixar de ter suporte) ele não vai me fazer falta.