Por que ainda aceitamos que medir tráfego destrua a performance do nosso frontend?
Recentemente, parei para olhar o impacto real de ferramentas tradicionais de analytics (sim, estou falando do GA4 e similares) no Lighthouse dos meus projetos. É bizarro. Importamos scripts pesados, que bloqueiam a thread principal, tudo para ter relatórios complexos, lentos e que violam a privacidade dos usuários.
Será que realmente precisamos de tudo isso para saber de onde as pessoas vêm, o que elas clicam e como o sistema se comporta?
Cansado de lutar contra os Core Web Vitals e contra painéis que parecem cockpits de avião, decidi construir algo diferente no escuro. Algo que segue três premissas obsessivas:
Peso pluma: Um script de rastreamento com frações de kilobytes, que o Lighthouse sequer consegue notar.
Tempo real absoluto: Ver cliques, conversões de funil e erros acontecendo no exato milissegundo em que ocorrem.
Telemetria de performance nativa: Medir o carregamento real do usuário (LCP, FID, CLS) sem precisar de outra biblioteca pesada.
Os primeiros testes internos com um banco distribuído estão rodando. O resultado na velocidade do frontend e na precisão dos dados assusta de tão limpo.
Não é mais um clone simplório de contador de acessos. É um motor completo e silencioso focado em privacidade e velocidade extrema para desenvolvedores que se importam com cada milissegundo de carregamento de suas aplicações.
Ainda não está aberto ao público geral. Mas o motor já está ligado.
Quem tiver interesse em testar antes de todo mundo e ver o Lighthouse bater 100 com analytics ativo, deixa um comentário abaixo. Vou selecionar alguns betas em breve.