A britadeira pregando quadro descreve bem os 2 casos em que o Opus perdeu por excesso: ele adicionou um campo que eu não tinha pedido e ainda justificou dizendo que assumiu que eu ia querer as notas complementares. Capacidade sobrando virou defeito.
Onde meu número não bate com o seu é na proporção. Você fala em 80% para os modelos rápidos. No meu recorte o pequeno ganhou em 14 de 47, ou seja 30%. Deve ser mix de trabalho: boa parte do que eu faço é escrita técnica longa, e aí o Haiku entrega seções que parecem escritas por quatro pessoas diferentes.
Por isso meu eixo acabou não sendo complexidade cognitiva, e sim rigidez de formato: se a saída alimenta uma pipeline, vai no pequeno.
Fiquei curioso com os seus 80%. É medido ou é a impressão depois de reclassificar? Antes de rodar as 47 em paralelo minha estimativa era bem mais generosa com o pequeno do que o resultado.