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Cara, valeu demais por compartilhar essa experiência toda, dá pra ver que você já rodou MUITO nesse mundo de IoT/embarcados.

Eu enxergo a coisa bem parecido com você: aqui no Brasil, hoje, o maior gargalo é justamente tirar o protótipo de IoT do laboratório e levar pro mundo real sem morrer nos custos – principalmente quando entra homologação, Anatel, rede, gateway, etc.

A proposta do que estou construindo não é ser “mais uma rede” tipo TTN, e nem ficar preso a ESP32/LoRa. A ideia é ser uma camada web genérica, em cima de qualquer solução de campo:
– no backend eu já tenho hoje cadastro/login de usuários, confirmação de e-mail,
– cadastro de dispositivos, geração de arquivo de configuração, ele gera o arquivo pra voce gravar nos esp com micropython por exemplo.
– endpoint HTTP pra receber dados em JSON (/sendData),
– endpoints pra receber error_log.txt e “skeleton” do dispositivo (upload de logs),
– e um painel web pra visualizar e organizar isso.

A visão é: qualquer microcontrolador que consiga abrir uma conexão e fazer um POST HTTP simples consegue falar com a plataforma – mesmo sem biblioteca específica. A doc vai mostrar exemplos de código em C/Arduino/MicroPython, justamente pra quem está com um PIC, STM32, ESP, RPi Pico, etc. conseguir integrar só copiando o padrão de requisição.

Ou seja, eu quero atacar essa fase de prototipagem/MVP antes da dor pesada de homologação: ajudar o cara a validar o conceito, integrar com web, mostrar dado pro cliente/investidor, sem precisar ser especialista em backend/nuvem. Se vingar, ele parte pra rede definitiva (LoRaWAN, NB-IoT, LTE-M, o que for) e pro investimento maior.

Também estou bem atento a esse ponto que você comentou de telemetria + IA. Como a plataforma já recebe e organiza dados e logs, faz todo sentido, num segundo momento, pensar em features de análise/anomalia/insights pro usuário em cima desse histórico.

Com a tua bagagem, queria muito ouvir tua visão: se você fosse desenhar hoje um “modelo de negócio minimamente viável” pra esse tipo de plataforma aqui no BR, você focaria mais em universidade/makers e PoC ou já iria direto pro corporativo, com coisas mais maduras tipo billing, auditoria, etc.?

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Meus 2 cents extendidos,

  • Eh bom lembrar que nem todo device vai ter acesso a HTTP/REST - depende da conectividade e do integrador (broker).

  • Alem do REST eu incluiria uma opcao para MQTT ou algum tipo de messageria: tem brokers que so funcionam assim. E messageria geralmente permite comunicacao bidirecional que via REST voce nao tem.

  • Onde: Coorporativo, monta a plataforma MVP e bate na porta do iot-labs. Entre em contato tambem com a netmore (https://netmoregroup.com/contact-us/).

  • ALGAR: https://loja.algar.com.br/empresas/lorawan/#lorawan_form

  • Kore: https://www.korewireless.com/br/contact-us/

  • Mas nao investe 'muito' na plataforma: eh cadastrar devices, receber telemetria e mostrar dados. Coisas mais profundas podem ser desenvolvidas em uma PoC (paga) pelo interessado ou negociada com os brokers (algar, kore, etc)

  • Em suma: tem de ter alguem bancando teu projeto - universidade/makers podem fazer parte do ecosistema, mas antes precisa garantir fluxo financeiro (ate para saber o que vai dar resultado).

Se voce tiver interesse, podemos marcar uma call para bater papo sobre o assunto (via teams, zoom ou g.metting). Se sim, basta mandar um email para [email protected]

Saude e Sucesso !