Com júnior faz sentido, o ganho de onboarding justifica o custo. O problema é exatamente esse: quando vira ritual imposto por gestor que nunca escreve código, perde o benefício. Pair programming funciona quando é escolha da equipe baseada em necessidade real. Você teve que negociar isso com gestão ou a equipe tinha autonomia pra decidir quando fazer?
Respondendo a "Concordo que o tempo todo não rola, mas para aj..." dentro da publicação Pair programming: quem pratica de verdade no dia a dia?
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Pelo menos na equipe onde trabalho, gestor que não programa não fica dando pitaco.
E se dá pitaco, tem filtro do tech lead.
Mas a diretoria toda já programou e sabe como são as coisas.