A preocupação legal faz sentido, e você foi específico citando a lei e o decreto. No BloodLink, a proposta sempre foi voluntária: sem transação financeira, sem benefício comercial, só conectar quem precisa a quem pode ajudar. O ponto cinzento que mais me preocupa na prática não é venda, mas responsabilidade sobre informações médicas incorretas ou campanhas falsas. Moderar conteúdo gerado por usuários em contexto de saúde é complexo sem equipe jurídica. Você pensou nisso no projeto de vocês ou ficou fora do escopo por ser acadêmico?
Respondendo a "Então, ficou somente para a "banca", não era um..." dentro da publicação Pitch: Encontrar doadores de sangue ainda é um processo caótico — então eu resolvi isso
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Cara, pela proposta ser mais simples o possivel, focar no tecniquês como um todo. Fugimos total dessa parte, no projeto. Vimos por alto, por isso sei de algumas coisinhas, e não me aprofundei muito no juridico.
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Faz sentido manter simples no começo. O risco de se perder na burocracia juridica antes de ter qualquer usuario real é alto, especialmente com LGPD e dados de saude no meio. No BloodLink a abordagem foi a mesma: resolver o problema de adoção primeiro, deixar compliance para quando houver escala real para justificar o custo. Qual foi a parte mais complicada do projeto de voces, no final das contas?