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Pitch: Encontrar doadores de sangue ainda é um processo caótico — então eu resolvi isso

Quando alguém precisa de sangue com urgência, o que acontece na prática?

A família sai postando em grupos de WhatsApp. O hospital faz ligações para uma lista de contatos. Alguém compartilha um print no Instagram. E o doador compatível que existe, que mora perto, que estaria disposto a ajudar — muitas vezes nunca fica sabendo.

Não existe um lugar central onde campanhas de doação de sangue vivam de forma organizada, com filtro por tipo sanguíneo, por cidade, com status em tempo real.

Então eu construí esse lugar: o BloodLink.

A plataforma conecta quem precisa de doadores a quem quer ajudar. Funciona assim:

  • Hospitais e famílias criam campanhas com tipo sanguíneo necessário, nível de urgência e contato
  • Doadores encontram campanhas compatíveis com sua localização e tipo sanguíneo
  • O responsável pela campanha gerencia as inscrições e confirma as doações

Além disso, cada campanha gera artes prontas para compartilhar no WhatsApp, Instagram e Twitter — porque o boca a boca ainda importa.

O projeto está no ar: https://bloodlinkbr.vercel.app

Quero que vocês testem. Criem uma campanha fictícia, se inscrevam como doador, quebrem alguma coisa. Feedback de qualquer tipo é bem-vindo — usabilidade, fluxo, o que fizer sentido.

Para os devs curiosos: o stack é Next.js, PostgreSQL com Drizzle ORM, JWT próprio (sem OAuth externo) e deploy na Vercel. Se quiserem discutir alguma decisão de arquitetura, estou aqui nos comentários.

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Ideia bem interessante, acredito que o ideal seria envolver os hemocentros em um projeto como este.

Além disso, acho que o nome não ajuda muito, BloodLink pode ser um nome interessante para um produto internacional, mas para o público brasileiro pode não ser tão aceito.

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Concordo totalmente sobre os hemocentros. É um dos objetivos de longo prazo, a plataforma hoje funciona como prova de conceito, mas o ideal seria integrar com os hemocentros para que as campanhas sejam validadas e os dados de estoque de sangue alimentem automaticamente as urgências. O desafio é que essa integração depende de parceria institucional e isso leva tempo. Por enquanto, qualquer pessoa pode criar uma campanha, o que já resolve casos urgentes sem burocracia.

Sobre o nome, ponto válido. O BloodLink nasceu com uma visão mais ampla (quem sabe uma versão internacional um dia), mas você tem razão que para o público brasileiro pode criar uma barreira de entrada. Tenho pensado nisso.

Uma coisa que já fiz pensando nisso foi trabalhar o SEO com termos em português, "doação de sangue", "campanha de doação", "doador de sangue", justamente para que quem busca no Google encontre a plataforma sem precisar saber o nome dela. O nome pode não ser intuitivo pro brasileiro, mas a busca orgânica contorna isso.

Tem alguma sugestão de nome?

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kkkkkkk parece um dejaVU, porque em uma matéria minha da faculdade, a gente passou apresentando esse mesmo projeto que tu desenvolveu.
Era meio que uma "rede social", aonde tinha pessoas que precisavam de sangue, suas historias, e os locais que você poderia doar para elas...
Foi legal o DEV do projeto. Fizemos em VUE com back em JAVA, stack sem sinergia ? Talvez. Mas eram as techs que a galera tinham expertise e foi isso mesmo.
Legal ver alguém tirando do papel, algo que tu já teve ideia no passado, mostrando que até as ideias que tu não bota fé, basta alguém crer que sai do planejamento e vira "produto".

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Cara, que coincidência incrível!

O que mais me tocou no seu comentário foi isso: "basta alguém crer". Acho que é exatamente isso. A ideia em si não é rara, o gap é sempre entre ter a ideia e ter a teimosia de terminar.

Se quiser testar o BloodLink e comparar com o que vocês construíram na época, seria muito bem-vindo. Curiosidade genuína: o projeto de vocês chegou a ser usado por alguém fora da faculdade?