GraalVM native image é forte mesmo, especialmente para serverless onde cold start importa. Mas ainda tem fricção: nem toda biblioteca funciona bem com reflection estática, e o tempo de compilação pode travar o ciclo de dev.
Kotlin é uma aposta sólida também, especialmente com coroutines para workloads assíncronos.
A questão é que Go entrega binários nativos sem esse custo de setup. Para um time que já vive no ecossistema JVM, faz sentido o caminho que você descreveu. Para um time novo sem essa bagagem, Go ainda ganha na simplicidade operacional e de deploy.