O ponto da medula é o mais afiado da sua crítica: o cadastro proativo funciona porque a chamada é específica para aquela pessoa. A BloodLink tenta algo parecido, mas para sangue, onde a compatibilidade é mais simples. O problema real não é convencer doador regular a ir mais vezes. É o doador ocasional que só vai quando alguém próximo pede, e aí depende de um grupo de WhatsApp chegar na hora certa. A plataforma tenta chegar antes disso, criando o gatilho antes da urgência aparecer. Sua objeção é válida, não tenho resposta perfeita para ela. Mas fica a pergunta: se a campanha fosse de alguém que você não conhece mas mora a 2km e o hemocentro fica no seu caminho para o trabalho, o que mudaria na sua decisão?
Respondendo a "A diferença do hospital é o alcance direcionado..." dentro da publicação Contruí um tipo de produto que as pessoas precisam mas nunca instalam antes de precisar.
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