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Muito boa a virada de UGC vs. landing estática — o dado do SaaS jurídico (os vídeos como post de maior engajamento até hoje) é o tipo de prova que convence mais que qualquer argumento teórico sobre funil.

Um ponto que costuma aparecer em quem divulga o próprio produto, que é exatamente o seu caso aqui: o gargalo não é ter a estratégia certa, é você ter que reexplicar o contexto do negócio toda vez — pro criador que vai roteirizar o vídeo, pra quem vai escrever o anúncio, ou pra você mesmo quando volta num briefing seis meses depois. Cada pessoa nova no processo começa do zero.

O que resolve isso na prática são duas coisas simples: (1) um arquivo de contexto por cliente/projeto — não documentação bonita, um .md com o histórico real: briefing, o que já foi testado, resultado, tom de voz — que qualquer pessoa (ou uma IA) lê antes de começar, em vez de você recontar tudo numa call; (2) em vez de um assistente genérico pra tudo, agentes especializados por função — um cuida só de roteirizar o pitch, outro só de responder outreach, outro só de organizar métrica — cada um com contexto fixo, sem você reexplicar o negócio a cada tarefa nova.

Isso muda o teto de quantos clientes de UGC/tráfego você toca ao mesmo tempo sem contratar ninguém — o limite passa a ser sua cabeça guardando contexto, não a quantidade de trabalho.

Escrevi um livro sobre montar esse sistema do zero sem programar, tá linkado no meu perfil.

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