Olha, eu li toda a série do Akita, sobre esses últimos projetos dele. Concordo em parte porque não uso vibe-coding, mas ainda na contra-mão do que tu disse acima.
Eu tenho usado o SDD (spec-driven...) e isso transfere o rótulo de verdade-final do código para as especificações. O código seria um novo Assembly, sempre gerado quando necessário. Por isso não mexo nele.
Acho que tu vai ficar então horrorizado com isso: eu estabeleci como regra não tocar no repo, tudo é feito pelo agente. Chamo de vibe edit. Nem README, CHANGELOG e outros artefatos eu edito mais. Tudo é pedido pro agente, e tem uma regra no AGENTS.md pra logar todos os prompts. Aí outra pessoa pode acompanhar o que foi submetido ao agente, bem mais simples que rastrear os commit-logs.
Mas ainda estou explorando processos e formas de tocar meus projetos. Uma hora eu crio um workflow bacana. Fiz um post sobre isso, mas acho que o povo não entendeu muito bem.