- Descreva melhor o que você quer
Seria por acaso o tal spec-driven-develop, ou algo do tipo?
Uma dúvida que tenho é até onde vale a pena detalhar a especificação; ainda to trilhando isso...
- Descreva melhor o que você quer
Seria por acaso o tal spec-driven-develop, ou algo do tipo?
Uma dúvida que tenho é até onde vale a pena detalhar a especificação; ainda to trilhando isso...
Ótima pergunta, tenho lidado com isso nas últimas semanas, e cheguei num ponto que tem me atendido bem.
Costumo dividir a documentação dos meus projetos nas seguintes partes:
Com essa estrutura, dá pra trazer bastante contexto pra IA antes dela começar a gerar código. Para novas funcionalidades, começamos escrevendo a FDR (Feature Description Record), junto com a própria IA, e com base nela a IA gera o código.
Se algo fugir das especificações, como por exemplo, a IA escreveu toda a implementação na view, podemos pedir pra ela revisar o styleguide e decisões de arquitetura e começar novamente.
A ideia dessa abordagem é trazer o máximo de decisões que normalmente estão espalhadas em diversos lugares, ou até mesmo decisões verbais que são passadas entre os membros do time, para dentro do repositório, visando facilitar esse processo de desenvolvimento mais focado em especificações do que em código fonte.
Exatamente, spec-driven development é o nome formal. Na prática é isso: quanto mais contexto você dá pro modelo antes de pedir código, melhor o resultado.
Sobre até onde vale detalhar: minha regra é focar no COMPORTAMENTO esperado, não na implementação. Tipo: "quando o usuário clica em X, acontece Y" em vez de "crie um onClick handler que chama a API". O modelo decide o como, você define o quê.
Se a spec está grande demais, provavelmente o escopo está grande demais. Quebra em pedaços menores.