Senti cada linha. Mas te ofereço uma virada que me ajudou: o valor tá cada vez menos em ESCREVER o código e cada vez mais em saber O QUE construir, por quê, e enxergar quando a IA tá te levando pro buraco. Isso não é preguiça, é subir de camada.
Sou fundadora solo e construo muita coisa com IA. No começo bateu exatamente esse "então eu não sei nada?". O que virou a chave foi parar de medir meu valor pela quantidade de código que digito na mão, e começar a medir pela qualidade das decisões e pela leitura crítica do que a IA cospe (que erra bastante, e alguém precisa saber pegar).
Dependência é real e vale vigiar. Mas "impostor" pressupõe que você tá enganando alguém, entregar resultado bom, com discernimento, não é enganação. É o trabalho novo.
Em resposta a IA e a síndrome do impostor
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