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Essa é uma pessima ideia em varios niveis pq presume uma dinâmica de relação entre a Valve e seus clientes (não nós, os publishers e devs independentes) totalmente fora da realidade.
A Valve não é publisher, e sim uma loja contratada por publishers. Ela esta interessada em vender, independente do ecossistema, e não em matar o Windows. E a Valve ja tem o Proton, que lida com a compatibilidade sem os devs precisarem intervir. Ou seja, essa ideia seria uma forma de fazer ela concorrer contra ela mesma duas vezes, incentivando a concorrência.
Isso também abre brecha pra litígio por práticas monopolistas, seja por tentar exercer poder sobre a indústria de games, guiando-a em direção a um ecossistema da preferência da Valve, ou pelo incentivo perverso, pq "rodar no Linux" teria que ser legalmente definido, e isso cria uma chuva de problemas, especialmente em relação a games que cumprem tabela pra pegar o desconto da taxa e nada mais.

De certa forma, como ela ja (praticamente) detém o monopólio do mercado Linux, não interessa a ela forçar a barra.
A minha ideia é predicada no fato de que ela ja tem o SteamOS, investir nele como um OS pra jogos ao invés de um acessório necessário pro Steam Deck seria algo grande pq seria uma distro com suporte da Valve, o que seria incentivo suficiente pras empresas organicamente adotarem o Linux. Se a Valve assina o kernel, DRM e anti-cheaters passam podem ser portados tbm, e a fragmentação do ecossistema Linux vira um problema opcional para os devs e studios, ja que poderiam oficialmente dar suporte somente ao SteamOS.

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