Você está 100% certo nesse ponto.
Por isso, a gente não pretende seguir pelo caminho de geração totalmente automática. A parte estrutural (tabelas e colunas) até funciona bem automatizar, mas quando entra em constraints e regras mais complexas, o cenário muda completamente.
A ideia é separar bem as coisas:
Estrutura básica: geração automática (tabelas, colunas, relações simples)
Regras e constraints: construção assistida
Para essa segunda parte, estamos pensando em dar suporte com agentes internos, que ajudam sugerindo possíveis constraints, padrões e melhorias, mas sempre deixando a decisão final com o usuário.
Ou seja, em vez de tentar “adivinhar” tudo, a ferramenta passa a auxiliar na construção, mantendo controle total na mão de quem está modelando.
A proposta é justamente evitar esse problema que você comentou.