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[curso.dev] Easter Eggs no curso do Deschamps — você já viu isso?

Fala pessoal!
Não é de hoje que o curso.dev vem surpreendendo — desde a recepção inicial já dá pra perceber o cuidado com a experiência.

Agora que retomei no plano vitalício (sem aquela pressão de prazo 😅), comecei a assistir com mais calma… e percebi que as surpresas vão muito além do conteúdo técnico.

Estou bem no começo ainda e já encontrei 3 Easter Eggs bem interessantes:

Vídeo: Bem-vindo(a)!
“[Nome], você entrou no curso.dev, que massa… Todo [nome] que eu conheço…”
Logo de cara, a plataforma te chama pelo nome e ainda manda uma “leitura” do seu caráter baseada nisso.
Sério… Deschamps, como você fez isso? Pergunta que vale 1 milhão 😂

Vídeo: Programação "Orgânica" versus "Impressora 3D"
Em um momento ele comenta algo como:
“Foi agora em abril que você começou a virar uma página…” (1:51)

Vídeo: Ambiente de Desenvolvimento
“Por exemplo, você está usando Windows neste momento…” (0:12)

Isto só pode ser magia.

Mais alguém reparou nesses detalhes ou encontrou outros Easter Eggs?

Continuarei prestando atenção nos detalhes e em busca de novos Easter Eggs.

Valeu Des, a IA do Deschamps.

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Sem querer se chato mas já sendo (e sem desmerecer ninguém), não tem nada de magia nisso. Hoje em dia tem trocentas ferramentas de IA para modificar trechos de um vídeo. Muitas possuem API's em várias linguagens, incluindo JavaScript (o que facilita integrar com o browser).

Não sei como é o curso, então vou apenas especular o que eu acho que seja o mais provável. Acredito que ele seja acessado pelo browser e vc tem um usuário para se autenticar, certo? Então o nome do usuário estará na sessão. Já o sistema operacional é facilmente detectado via JS, e a data atual também. Ou seja, todos os dados estão disponíveis para o JS, aí bastaria usar a API da ferramenta escolhida, que ela gera/modifica o vídeo com esses dados e o resultado é mostrado no browser.

Ele também pode deixar pré-gravado algumas variações mais comuns, como um vídeo para Windows, outro para Linux, etc (até porque para o SO não existem tantas variações assim), e o JS só detecta o SO e carrega o vídeo correto (if (windows) carrega(video1) else if (linux) carrega(video2) etc. Neste caso nem teria geração dinâmica. Para o SO seria mais simples fazer assim, mas para o nome talvez não porque existem muito mais variações e aí justificaria modificar na hora (ou uma abordagem híbrida: faz vídeos para os nomes mais comuns, e só gera dinamicamente os demais).

Já a parte do "todo [nome] que conheço..." podem ser textos que já estão no banco de dados, e que são buscados só depois que o nome foi detectado (ou o próprio backend, sabendo qual usuário está logado, já traz essa informação e deixa disponível para o JS, por exemplo). Não duvidaria se tivesse sido feito com IA ("faça uma lista dos 200 nomes mais comuns no Brasil, com algumas características típicas de pessoas com este nome").

Enfim, como não tenho mais detalhes do curso, é o que dá para especular. Foi só pra dizer que não é nada do outro mundo. E não estou desmerecendo quem fez, pois apesar de não ser a coisa mais difícil do mundo, ainda sim é trabalhoso, e no fim o que importa é a ideia (como as ferramentas são usadas e qual é o resultado final). Estou apenas constatando que, com as ferramentas atuais, isso deixou de ser "mágica".

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Acho que a magia mesmo nesse caso nem é se é viável tecnicamente mas sim a experiência que o aluno tem. Pessoalmente, a sensação que eu tive quando o Filipe falou o meu nome no vídeo de boas vindas foi bem legal, senti o carinho dele com esse curso.

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Não é IA não, eu já tinha o curso um pouco depois do começo (antes dessas ferramentas se difundirem mais) e já era assim com vários nomes e tal

Eu acredito que ele que gravou mesmo pelo simples prazer de dar uma experiência personalizada, é a cara dele

Agora, que o browser lê as informações do computador, isso sim é real e é possível faz tempo

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Eu cheguei a ver esses easter eggs e fiquei feliz de ver como o Deschamps pensou em um diferencial incomum em cursos. Esse tipo de interação, mesmo que unilateral, é algo que me faz ver que há uma preocupação real de entregar algo diferente do que já tem muito no mercado de cursos de tecnologia.
Apesar de eu ainda não ter terminado o curso, digo fácil que foi um dos melhores cursos que já comprei.

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Muito pelo contrário, agora é mais importante fazer cursos, pagos ou não, já que usando IA no trabalho muitas vezes pode acabar aprendendo menos em nome da produtividade (como a notícia sobre a IA estar "emburrecendo" as pessoas que saiu na newsletter)