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Esse é o workflow ideal, na real. Usar a ferramenta que você já domina a linguagem, deixar o Antigravity acelerar a parte mecânica, e revisar antes de subir. Quem já programa tem uma vantagem enorme nesse processo porque sabe O QUE revisar.

Pra desenvolvimento simples com linguagem conhecida, o Antigravity realmente entrega bem. O gap aparece mais quando o projeto cresce e precisa de contexto entre arquivos, integrações, ou lógica de negócio mais complexa. Aí ferramentas como Cursor ganham terreno.

Mas se tá funcionando pra você, é o que importa. Ferramenta boa é ferramenta que resolve.

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