Concordo. Acho que isso pode virar uma linha própria do recibo: “revisão humana efetiva”. Não apenas “revisado”, mas quais partes foram conferidas, quais cenários foram executados e o que ficou de fora. Isso transforma uma admissão desconfortável em um mapa de risco para o próximo reviewer. O problema não é deixar algo sem revisão profunda; é deixar essa lacuna invisível.
Respondendo a "Gostei muito da ideia do “recibo mínimo”. Para..." dentro da publicação Quando o agente não deixa rastro, o review começa no escuro
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Exato. “Revisão humana efetiva” deixa a conversa mais honesta sem transformar o processo em culpa ou burocracia.
Também acho que isso ajuda a separar duas coisas que às vezes ficam misturadas no PR: o que foi gerado pelo agente e o que foi realmente assumido pelo humano.
Talvez um bom formato seja algo bem curto, tipo:
- revisei: validação principal, testes unitários e fluxo feliz;
- não revisei a fundo: migração, impacto em módulo X e casos de concorrência.
Isso já muda bastante a qualidade do review.