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Gostei muito da ideia do “recibo mínimo”. Para mim, isso resolve melhor o problema do que tentar detectar se o código foi feito por IA.

Uma coisa que eu adicionaria nesse recibo é: “qual parte o humano revisou de verdade”. Às vezes o PR passa a impressão de que tudo foi conferido, mas na prática o autor só validou o happy path e deixou migração, edge case ou impacto em outro módulo sem olhar com calma.

Talvez isso seja desconfortável no começo, mas ajuda o reviewer a concentrar energia onde existe mais risco.

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Concordo. Acho que isso pode virar uma linha própria do recibo: “revisão humana efetiva”. Não apenas “revisado”, mas quais partes foram conferidas, quais cenários foram executados e o que ficou de fora. Isso transforma uma admissão desconfortável em um mapa de risco para o próximo reviewer. O problema não é deixar algo sem revisão profunda; é deixar essa lacuna invisível.

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Exato. “Revisão humana efetiva” deixa a conversa mais honesta sem transformar o processo em culpa ou burocracia.

Também acho que isso ajuda a separar duas coisas que às vezes ficam misturadas no PR: o que foi gerado pelo agente e o que foi realmente assumido pelo humano.

Talvez um bom formato seja algo bem curto, tipo:

  • revisei: validação principal, testes unitários e fluxo feliz;
  • não revisei a fundo: migração, impacto em módulo X e casos de concorrência.

Isso já muda bastante a qualidade do review.