Oletros, obrigado pela tradução e principalmente pela correção no ponto 4 — você está absolutamente certo e eu deveria ter sido mais preciso.
Quem envia não tem como saber o destino final num mailbox que ele não controla. O método que descrevi funciona porque os seeds são caixas sob meu controle — então tecnicamente é "sem acesso à caixa do destinatário real", mas COM acesso às caixas de controle. A diferença é importante e eu nivelei errado no texto.
Sobre os outros pontos:
- SPF-BL eu não conhecia, valeu pela indicação. Vou olhar com calma — interessante que seja brasileiro.
- b.barracudacentral.org está na minha lista de RBLs que consulto, junto com Spamhaus ZEN e SORBS. Para Microsoft especificamente o SNDS (Smart Network Data Services) também ajuda a entender a reputação do IP.
- Sobre imprecisão do seed-based monitoring: 100% verdade. Mesmo com 50-100 seeds bem distribuídos, os resultados são estatísticos, não determinísticos. Provedores como Gmail aplicam personalização por destinatário (histórico, engajamento), então o que cai no inbox do seed pode cair no spam do destinatário real. Isso não invalida a métrica, mas exige interpretar como "probabilidade de inbox" e não "garantia".
A coisa que me incomoda no espaço hoje é exatamente o que você apontou — empresas vendendo "monitoramento de entregabilidade" como se fosse determinístico. É probabilístico, sempre foi.