Eu iria nos hospitais oferecendo o cadastro de forma facil e gratuita, os doadores precisam de campanhas então o hospital tem que entrar primeiro mas se ele tiver que fazer algo que é incerto do retorno ele não vai fazer. Depois focaria em campanhas de anuncio por conseguir filtrar relativamente bem (não tão bem assim já que a meta tá meio esquisita) para encontrar os doadores, sim é um gasto a mais porem sem um boot é muito dificil esse sistema rodar. Se esse boot der certo o hospital vai bater a meta de doação e vai ter um incentivo pra usar novamente seu serviço e quanto a parte dos doadores acho que teria que ter um mecanismo de emails para avisar caso apareça uma nova campanha proxima a ele (faz tempo que li sua postagem sobre o bloodlink então não lembro se já tem esse mecanismo)
Respondendo a "É exatamente isso. O problema de duas pontas é..." dentro da publicação O momento em que quase abandonei o BloodLink
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Faz total sentido começar pelos hospitais. O problema é exatamente o que você descreveu: é um ciclo de galinha e ovo. Hospital não entra sem ter doadores, doador não entra sem ter campanhas. Então ir direto ao hospital com uma proposta concreta de valor resolve a primeira parte do ciclo.
Sobre o mecanismo de emails: já existe. Quando uma campanha é criada, o sistema busca automaticamente doadores compatíveis por tipo sanguíneo e cidade e dispara os emails. O desafio é ter doadores cadastrados na base para isso funcionar.
O ponto sobre anúncios pagos no boot inicial também faz sentido, aceito como ideia de growth para quando tiver o primeiro hospital parceiro.