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Se você esta iniciando no mundo da programação, você sequer é um Junior ainda. Pessoas tem a ideia errada de Junior é o cara que não sabe nada. O que está errado. Junior é o cara que já tem alguma maturidade, mas ainda não pode assumir certas responsabilidades.

Usar IA para "Aprender" é um suicidio profissinal desfarçado de avanço. Primeiro é preciso entender o que significa aprender. No máximo você está entendendo o código sintaxicamente.

Se você esta começando, é obrigatório codificar por si mesmo. Somente digitando o código, debugando isso, e testando, errando, errando e continuar errando é que de fato você aprende algo. Isso leva tempo, bastante tempo. IA é ferramenta para quem já sabe, não para aprendizado. Você pode obter um norte pesquisando com IA, isso é comum e até desejável caso esteja estagnado.

E olha que eu não estou falando somente de linguagem de programação. Isso é apenas a ferramenta. Ninguém aprende uma linguagem em sua plenitude, por sinal. Mesmo o cara que criou Java não conhece Java totalmente. Então se por ventura alguém que estiver lendo isso tiver esse pensamento, aqui vai um conselho: Pare de acreditar em papai noel.

Não sei vocês, mais eu mesmo Absorvo muito mais criando

Você não esta criando nada, esta apenas anotando o que a documentação já tem, o que o código faz. Isso não é criar. Criar é ler um livro bom de verdade, não os que os "influenciadores" dizem ser bom ou ruim, então quebrar a cabeça tentando abstrair, pois programação é mais abstrado que muitos pensam, então criar algo com isso. Seja um mini-compilador, um Linked List, um Algoritmo como QuickSort, um Banco de dados simples com super a WAL-file. Enfim, isto é criar, não anotar.

Para finalizar, IA não é o terror de nenhum programador. Se alguém afirma ter medo de IA, pode ter certeza que é um digitador de código, não programador. Esse sabe que vai ser cortado.


Isso não é um ataque pessoal a você, mas sim minha visão pessoal. Afinal, se você não quisesse opiniões, não teria criado um post. Somente o futuro diz quem estava certo ou errado.

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Pra mim, ambas as visões tem seus pontos fortes e fracos.
A linguagem, ou o código em sí, vem perdendo relevância a cada nova geração de IA que está surgindo, e sei que elas estão chegando ao limite físico para as máquinas atuais, porém, isso pode ser uma barreira que lá na frente seja transpassada.
O fato é que não interessa se você vai gerar um código em JAVA ou em RUST ou em JAVASCRIPT se ele atende ao que se propõe, não tem falhas de segurança, tem eficiência para o porte da solução que está atuando, então tá pronto e 100%
Pra quem está aprendendo, é inútil perder 6 meses pra estudar uma linguagem qualquer que seja ela, e quando ele já tem um certo domínio o mercado já está diferente e essa linguagem já não tem mais tanta demanda. Bora o profissional estudar outra, pra poder entrar no mercado e novamente daqui a 6 meses o ciclo se repete.

O que tem grande estabilidade, para o aprendizado, são as tarefas que estão implícitas, conhecer arquiteturas diferentes, modelos de software diferentes, infra estrutura de redes, algoritmos, funcionamento dos sistemas operacionais coisas, que desde a década de 90 estão presentes e mudaram pouco e que de quebra fazem grande diferença entre um bom profissional e um mediano.
Eu acho super valido, sim usar livros de autores conceituados para aprender infra-estrutura, conceitos técnicos, lógica, pensamento algorítmico e sistêmico, fundamentos técnicos e bases teóricas para compreender qual a melhor arquitetura, quais os patterns que ele pode utilizar, qual a viabilidade técnica em relação a situação atual, compreender porque o overengineering é tão ruim quanto a falta de projeto.
Em paralelo, usar a IA para aquilo que ela faz de melhor, AUTOCOMPLETAR, os LLMs são muito bons em escrever seja um e-mail ou um trecho de código ou mesmo um artigo, o que eles são péssimos é em argumentar, escolher uma estrutura sólida para programar, porém, se ele consegue entender a sintaxe e compreender a lógica que foi gerada tá válido para aprender uma linguagem ou framework.
Lá na frente, conforme ele for evoluindo em conceitos, ele por si só, vai entender os erros que a IA cometeu, conseguir corrigir as falhas arquiteturais ou o excesso de camadas ou padrões que ela utilizou e amadurecer o código gerado. Ou seja, o código produzido mesmo pela IA vai acompanhar a "senioridade" que o programador tem.
Ela pode criar a base, para o ser humano, refinar.

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boa tarde, sr.

sem sarcasmo: obviamente o sr está certo. já estamos no futuro. basta olhar ao passado histórico cuja trama se repete e se revive hoje, não importa tecnologia, nem pessoas. sempre será assim.

porém, se a pessoa não entender o código por trás, se ela nem mesmo souber como funciona um binário, será substituível aos 15 anos de carreira numa empresa séria que exigir uma pessoa técnica de verdade. a "base exagerada" ainda é importante.

infelizmente, enquanto relativizarem, pouco será esclarecido.
atalhos apenas atrapalham o curso natural de evolução do indivíduo profissional.

solucionar problema de uma empresa de que vc é CLT é diferente de solucionar problema de um cliente para quem você é o prestador de serviço.

quando vc atende ao cliente final, lotado de dores, realmente ele só quer resolver o problema dele.

para vc resolver o problema de uma empresa para que vc trabalha e de que vc é CLT, claramente vai ser exigido de ti conhecimento técnico, depois autonomia, depois responsabilidade, depois decisão. como ter autonomia em mexer tecnologia X se você nem sabe como funciona? como ter responsabilidade? como tomar decisão?

agora, se você é de produto, o jogo muda completamente. só importa a dor do cliente e acabou. daí, vc paga alguém para resolver os quesitos técnicos.