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Vamos aos pontos, não é questão de coach, não estou sendo um e nem tenho essa intenção, estou apresentando oportunidades, a decisão do que fazer com elas, cabe a ele. O problema das pessoas acharem que tem um problema é que elas não enxergam a solução de imediata.

Sim, é um trabalho de merda. Mas se você quer crescer na empresa, vê potencial nela, você vai encontrar maneiras de deixar ela o menos merda possível, mas analise primeiro se de fato é ilusão de ser um trabalho de merda e se de fato existe potencial, não é papel do funcionário fazer isso, mas se vocẽ QUER crescer na empresa e não quer sair dela, qualquer ambiente de merda, você fará algo para melhorar ele, ficar mais agradável de fazer o que faz, mas apenas quando VOCÊ QUER CRESCER.

Agora se de fato, entrar no ponto de empresário:

Entre uma pessoa que está trancando a vaga, trabalhando de mau humor, descontente, que não vai priorizar a produtividade e a vaga aberta

É o melhor dos mundos para o empresário, isso é fato. Mas e em questão do funcionário? Que toda vez que vai fazer uma entrevista de emprego irá precisar se explicar que o trabalho que estava era um lixo e não ser mal interpretado como "preguiçoso" ou "geração z do mercado".

A realidade é dele, infelizmente ninguém está "calçando os sapatos dele" para sentir a dor que ele está passando, estou mostrando alternativas, não o que de fato deve ser feito.

No lugar dele, aguentaria até dar seis meses, mesmo sendo o pior dos mundos, assim como eu já fiz no meu primeiro emprego como desenvolvedor. Consigo um emprego legal, consigo ter noção do que é o pior trabalho do mundo e todas as red flags de emprego para jamais aceitar passar pela mesma situação de novo (vestir a camisa, somos uma família, GPTW), e consigo dinheiro o suficiente para imaginar o pior dos casos - no meu caso, fiquei um ano sem arrumar um emprego, porém, quando consegui, foi em uma grande empresa da minha cidade e valeu a pena.

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