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Entendo seu ponto — em ambientes saudáveis, errar faz parte do aprendizado.

O problema é quando a liderança já opera num nível tóxico. Em situações como já vivi com líderes que expõem em público, usam tom agressivo ou deixam tudo ambíguo para depois culpar, errar na resposta não vira aprendizado, vira munição.

Nesses cenários, a pessoa não está evitando desenvolver comunicação. Ela está tentando não se proteger de uma escalada, retaliação ou desgaste emocional.

A ideia não é substituir habilidades sociais, nem fazer o trabalho pela pessoa. É ajudar a identificar risco, entender por que algo pode soar agressivo e escolher uma resposta mais segura quando o ambiente já é hostil.

Se alguém aprende com isso e deixa de usar a ferramenta, ótimo.
Mas enquanto existir liderança tóxica — às vezes no limite do assédio moral — proteção vem antes de treinamento.

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