Exatamente. E acho que esse é um dos pontos que mais se perde quando tentamos resumir anos de experiência em poucas linhas.
Às vezes a decisão mais valiosa nem foi “usar Kafka” ou “usar determinada arquitetura”, mas perceber por que aquela solução fazia sentido naquele contexto, quais alternativas existiam e
quais riscos precisavam ser considerados.
Quando esse raciocínio desaparece do currículo ou da entrevista, uma parte importante da senioridade desaparece junto.