1

Boa, marlonPassos. Acho que os dois caminhos atacam o mesmo problema (ambiguidade), só que por ângulos diferentes — e nem competem:

  • grillme / modo-entrevista: resolve a ambiguidade interativamente, o modelo te pergunta até o escopo ficar claro. Bom quando você ainda não sabe tudo que precisa especificar.
  • CTRF: a versão estruturada e one-shot, pra quando o escopo já está na sua cabeça (ou pra virar template reusável de tarefa repetida).

Na prática dá pra combinar: refina no grillme e, quando o escopo fecha, cristaliza num CTRF reusável pra não refazer a entrevista toda vez.

A gente comentou do /grillme (e do /go) no post do Antigravity 2.0, caso curta esse fluxo de planejamento: https://neuroniosartificiais.com.br/google-antigravity-nova-versao-2-0-o-que-mudou/

Pergunta: sua customização do grillme no Codex faz ele ler o projeto antes de perguntar? Esse "ver o que tem e o que não tem" antes de refinar é o que mais muda o resultado na minha experiência.

Carregando publicação patrocinada...
1

Na real, a skill nativa do Gemini já faz isso, e isso que é maravilhoso. Para projetos que já existem, se algo já está pronto, eu não tenho que responder sobre algo que já existe. Agora, sobre a customização, a única coisa que fiz foi a skill usar o tool de "ask" que nativamente não usa, e fazer com que ele pergunte até 3 perguntas em vez de apenas 1.