As duas barreiras são reais, mas a regulatória é a que realmente trava um projeto solo. A estratégia que adotei é não armazenar dados sensíveis de pacientes: a campanha é pública, o doador se candidata voluntariamente, o hospital confirma. Sem prontuário, sem histórico clínico, fica fora do escopo mais pesado da regulação. A barreira financeira planejo contornar sendo gratuito no início: o hemocentro não perde o legado, só ganha um canal a mais. O risco é inércia mesmo sendo grátis. Você acha que existe algum incentivo que funcionaria melhor do que preço zero para convencer uma instituição de saúde a experimentar?
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