Exato. E esse ponto sobre quem a pessoa procura primeiro é o que parece mais crítico na prática. Se cai na mão de alguém que não reconhece como síndrome ocupacional, o tratamento vira gestão de sintomas sem tocar na causa. A solução sistêmica não vem, mas ao menos a entrada no sistema de saúde poderia ser mais direcionada do que é hoje.
Respondendo a "É o que eu penso. Por se tratar de uma síndrome..." dentro da publicação Burnout em tech: a gente fala sobre isso ou ainda é tabu?
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