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É o que eu penso. Por se tratar de uma síndrome e não um transtorno, a solução real é sistêmica. O remédio talvez ajude quando tem algo extra que o burnout causou. Infelizmente o idal não vai acontecer, não importa o profissional que a pessoa vá primeiro determinará como será o tratamento da pessoa, certo ou errado.

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Exato. E esse ponto sobre quem a pessoa procura primeiro é o que parece mais crítico na prática. Se cai na mão de alguém que não reconhece como síndrome ocupacional, o tratamento vira gestão de sintomas sem tocar na causa. A solução sistêmica não vem, mas ao menos a entrada no sistema de saúde poderia ser mais direcionada do que é hoje.