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Não é babela, existe e importa muito. Normalmente reflete o caráter dos gestores, então varia muito. Na área financeira, que por tradição atrai sociopatas e psicopatas pelo dinheiro (e poder), a cultura é extremamente tóxica. Tem também a alta competitividade que esses gestores estimulam entre os empregados, o que piora ainda mais a convivência. Não é à toa que é o segmento com maior número de suicídios.

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Concordo contigo mas o que você está descrevendo não é um argumento a favor da importância da cultura organizacional, mas sim uma prova da sua irrelevância perante incentivos estruturais e sistêmicos.

A toxicidade no setor financeiro não nasce espontaneamente de uma "cultura ruim". Ela é um sintoma direto de incentivos econômicos,etc . A competitividade, a pressão por resultados, a recompensa financeira por comportamentos de risco criam esse ambiente. A "cultura" que surge (a dos "sociopatas") é uma consequência natural desse sistema, não sua causa.

O exemplo do setor financeiro não mostra que a cultura "importa muito". Pelo contrário, ele demonstra de maneira trágica que quando ela é confrontada com incentivos econômicos, a cultura organizacional é praticamente irrelevante.A verdadeira força motriz são as regras do jogo econômico, não as intenções escritas na parede da empresa.