Concordo totalmente sobre os hemocentros. É um dos objetivos de longo prazo, a plataforma hoje funciona como prova de conceito, mas o ideal seria integrar com os hemocentros para que as campanhas sejam validadas e os dados de estoque de sangue alimentem automaticamente as urgências. O desafio é que essa integração depende de parceria institucional e isso leva tempo. Por enquanto, qualquer pessoa pode criar uma campanha, o que já resolve casos urgentes sem burocracia.
Sobre o nome, ponto válido. O BloodLink nasceu com uma visão mais ampla (quem sabe uma versão internacional um dia), mas você tem razão que para o público brasileiro pode criar uma barreira de entrada. Tenho pensado nisso.
Uma coisa que já fiz pensando nisso foi trabalhar o SEO com termos em português, "doação de sangue", "campanha de doação", "doador de sangue", justamente para que quem busca no Google encontre a plataforma sem precisar saber o nome dela. O nome pode não ser intuitivo pro brasileiro, mas a busca orgânica contorna isso.
Tem alguma sugestão de nome?