Linguagem nunca foi diferencial. Sempre foi mais um filtro tosco do que a competência real esperada, um jeito de reduzir o número de candidatos.
Talvez esteja sendo conspiratório, mas acredito que rotular programador por linguagem seja uma forma de pagar menos pelo mesmo profissional.
Se antes já era comum contratar alguém pela base forte e deixar a linguagem vir depois, agora isso é a lei universal.
Pessoalmente, nunca tive dificuldade em aprender qualquer linguagem e, por muitos anos, nem me aventurei em outras, porque influenciadores sempre diziam: “foque em apenas uma linguagem e se torne muito bom nela”. Hoje, discordo disso. A linguagem não é o mais importante; o importante é como você resolve problemas. A linguagem é apenas um meio.
Porém, o mercado ainda dá muita importância a quantos anos você tem de experiência em determinada linguagem, e não necessariamente aos problemas que você já resolveu. Em muitas vagas, é obrigatório ter de 2 a 3 anos de experiência com a linguagem.