Linguagem nunca foi diferencial. Sempre foi mais um filtro tosco do que a competência real esperada, um jeito de reduzir o número de candidatos. Na hora de decidir de verdade, vaga séria nunca contratou alguém porque sabe a linguagem; contrata porque tem base forte, aprende rápido e sabe construir software. Basta olhar vaga de big tech por exemplo: quase nunca aparece uma linguagem específica. Isso fica para vaga ruim.
Se antes já era comum contratar alguém pela base forte e deixar a linguagem vir depois, agora isso é a lei universal.
Então o que vale aprender? Fundamentos. A única “linguagem obrigatória” que talvez continue existindo é C e Assembly. Porque aí já não estamos falando de sintaxe, mas de fundamento.