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Linguagem nunca foi diferencial. Sempre foi mais um filtro tosco do que a competência real esperada, um jeito de reduzir o número de candidatos. Na hora de decidir de verdade, vaga séria nunca contratou alguém porque sabe a linguagem; contrata porque tem base forte, aprende rápido e sabe construir software. Basta olhar vaga de big tech por exemplo: quase nunca aparece uma linguagem específica. Isso fica para vaga ruim.

Se antes já era comum contratar alguém pela base forte e deixar a linguagem vir depois, agora isso é a lei universal.

Então o que vale aprender? Fundamentos. A única “linguagem obrigatória” que talvez continue existindo é C e Assembly. Porque aí já não estamos falando de sintaxe, mas de fundamento.

Comece por aqui. Ou por aqui.

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Linguagem nunca foi diferencial. Sempre foi mais um filtro tosco do que a competência real esperada, um jeito de reduzir o número de candidatos.

Talvez esteja sendo conspiratório, mas acredito que rotular programador por linguagem seja uma forma de pagar menos pelo mesmo profissional.

Se antes já era comum contratar alguém pela base forte e deixar a linguagem vir depois, agora isso é a lei universal.

Pessoalmente, nunca tive dificuldade em aprender qualquer linguagem e, por muitos anos, nem me aventurei em outras, porque influenciadores sempre diziam: “foque em apenas uma linguagem e se torne muito bom nela”. Hoje, discordo disso. A linguagem não é o mais importante; o importante é como você resolve problemas. A linguagem é apenas um meio.

Porém, o mercado ainda dá muita importância a quantos anos você tem de experiência em determinada linguagem, e não necessariamente aos problemas que você já resolveu. Em muitas vagas, é obrigatório ter de 2 a 3 anos de experiência com a linguagem.

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Porém, o mercado ainda dá muita importância a quantos anos você tem de experiência em determinada linguagem, e não necessariamente aos problemas que você já resolveu. Em muitas vagas, é obrigatório ter de 2 a 3 anos de experiência com a linguagem.

Sinceramente eu não vejo isso na minha experiência. Tirando as vagas arrombadas ou realmente coisa muito nichada.

Mas enfim: minha experiência também não é a do dev web médio. Talvez, nesse cenário, o que aconteça seja mais simples: a maioria das vagas é ruim mesmo.

Lembro de casos quase cômicos: vaga pedindo 10 anos de Kubernetes quando a tecnologia mal tinha 5. Ou 5 anos de experiência em um framework que acabou de nascer. É justamente esse tipo de vaga que trata linguagem como critério central.

Eu também não concordo com essa ideia de aprender uma linguagem só e “ficar bom nela”. Para mim, parte dos fundamentos de qualquer programador é saber pelo menos umas 5 linguagens, cada uma te ensinando uma camada diferente do mundo: Assembly, para entender como o computador funciona; C, porque é a língua franca da computação; JavaScript, porque é a língua franca da web; Python, porque é a língua franca da IA; e mais uma de sistemas à sua escolha, entre Java, C#, C++ ou Go. Com essa base, o resto você aprende sob demanda e disputa qualquer vaga.