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oque vale apena aprender agora olhando o futuro - IA quebrou a barreira entre linguagens?

“Daqui a alguns anos, provavelmente nem linguagem vai existir, porque as IAs vão programar em binário.”

Essa ideia levanta uma dúvida prática: o que vale a pena aprender agora?

A IA já mudou a forma como desenvolvemos software. Como programadores, precisamos entender o mercado e decidir onde investir nosso tempo. Mas, diante disso, o que realmente continua relevante?

Ainda faz sentido aprender Python, JavaScript, C++, Java? Ou estamos entrando em uma fase em que escrever código manualmente perde importância, assim como ninguém hoje programa em binário?

Vejo muitas empresas exigindo várias linguagens e anos de experiência. Ao mesmo tempo, a IA reduziu a barreira técnica entre elas. Hoje é possível criar em diferentes stacks mesmo sem domínio profundo, usando IA como apoio.

Nesse cenário, surge a dúvida: vale mais dominar linguagens específicas ou saber usar IA para construir soluções, independentemente da tecnologia?

Para quem já está inserido em ambientes com forte uso de IA: como o mercado está reagindo a essa mudança? Linguagens ainda são um diferencial real ou estão se tornando apenas um meio?

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GOLANG: A MAIOR OPORTUNIDADE DE 2026 E NINGUÉM ESTÁ VENDO!

Acabei de ver o vídeo dele. Já tinha ouvido falar sobre Go, mas nunca tinha parado para testar. Realmente é bem interessante; gostei da proposta.

Mas, como ele reforça: independente da linguagem — fundamentos, fundamentos, fundamentos!

Fundamentos são importantes, mas estou olhando além disso.

Ainda estou pensando sobre como o mercado no Brasil está evoluindo. Essa é uma preocupação geral. Sei que posso soar meio alarmista, mas vejo que o nosso futuro como programadores depende de como as comunidades vão evoluir daqui para frente.

Não tenho dados concretos, mas acredito que muitas empresas escolhem linguagens e tecnologias com base em tendências que veem em posts, YouTube e comunidades. Sendo assim, talvez seja possível influenciar o mercado por meio dessas comunidades e quebrar algumas barreiras existentes.

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Meus 2 cents,

...Não tenho dados concretos, mas acredito que muitas empresas escolhem linguagens e tecnologias com base em tendências que veem em posts, YouTube e comunidades. Sendo assim, talvez seja possível influenciar o mercado por meio dessas comunidades e quebrar algumas barreiras existentes.

Mais do que voce imagina.

Mas aqui temos de separar o mercado em dois: o highlevel (p.ex startups, bigtechs, multinacionais) e o groundlevel (p.ex. softhouses com faturamento abaixo de 1M/mes, geralmente na faixa de 200K/mes, ou dentro de empresas de faturamento ate maior, mas onde o TI eh apenas um depto de meio e nao fim).

No highlevel, o que manda sao as tendencias mundiais, o hype da hora.

Mas no groundlevel, no final das contas, o perfil DEV em posicoes de comando (gerente, diretor, dono) eh razoavelmente conservador: ele escolhe o que ja conhece, e que ele viu com os proprios olhos (em concorrentes e no mercado) que da certo.

Ser um pouco conservador eh ate reflexo da instabilidade do pais: existe pouca margem para erro, e se fizer merda - vai ter de camelar um novo emprego (noves fora a possibilidade da empresa falir neste meio tempo).

Muitas das empresas groundlevel ainda usam Delphi, PHP, JQuery e outras coisas do genero - ate porque fica caro "modernizar por modernizar" so para seguir o hype.

Esse eh um ponto complexo pacas - voce precisa formar a proxima geracao e preparar para as novas tecnologias que vao invadir o mercado, mas ao mesmo tempo tem a resistencia afinal fazer tudo isso custa caro, e o depto de TI nao tem verba infinita (quando tem budget ja eh uma maravilha).

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Saude e Sucesso !

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Linguagem nunca foi diferencial. Sempre foi mais um filtro tosco do que a competência real esperada, um jeito de reduzir o número de candidatos. Na hora de decidir de verdade, vaga séria nunca contratou alguém porque sabe a linguagem; contrata porque tem base forte, aprende rápido e sabe construir software. Basta olhar vaga de big tech por exemplo: quase nunca aparece uma linguagem específica. Isso fica para vaga ruim.

Se antes já era comum contratar alguém pela base forte e deixar a linguagem vir depois, agora isso é a lei universal.

Então o que vale aprender? Fundamentos. A única “linguagem obrigatória” que talvez continue existindo é C e Assembly. Porque aí já não estamos falando de sintaxe, mas de fundamento.

Comece por aqui. Ou por aqui.

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Linguagem nunca foi diferencial. Sempre foi mais um filtro tosco do que a competência real esperada, um jeito de reduzir o número de candidatos.

Talvez esteja sendo conspiratório, mas acredito que rotular programador por linguagem seja uma forma de pagar menos pelo mesmo profissional.

Se antes já era comum contratar alguém pela base forte e deixar a linguagem vir depois, agora isso é a lei universal.

Pessoalmente, nunca tive dificuldade em aprender qualquer linguagem e, por muitos anos, nem me aventurei em outras, porque influenciadores sempre diziam: “foque em apenas uma linguagem e se torne muito bom nela”. Hoje, discordo disso. A linguagem não é o mais importante; o importante é como você resolve problemas. A linguagem é apenas um meio.

Porém, o mercado ainda dá muita importância a quantos anos você tem de experiência em determinada linguagem, e não necessariamente aos problemas que você já resolveu. Em muitas vagas, é obrigatório ter de 2 a 3 anos de experiência com a linguagem.

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Porém, o mercado ainda dá muita importância a quantos anos você tem de experiência em determinada linguagem, e não necessariamente aos problemas que você já resolveu. Em muitas vagas, é obrigatório ter de 2 a 3 anos de experiência com a linguagem.

Sinceramente eu não vejo isso na minha experiência. Tirando as vagas arrombadas ou realmente coisa muito nichada.

Mas enfim: minha experiência também não é a do dev web médio. Talvez, nesse cenário, o que aconteça seja mais simples: a maioria das vagas é ruim mesmo.

Lembro de casos quase cômicos: vaga pedindo 10 anos de Kubernetes quando a tecnologia mal tinha 5. Ou 5 anos de experiência em um framework que acabou de nascer. É justamente esse tipo de vaga que trata linguagem como critério central.

Eu também não concordo com essa ideia de aprender uma linguagem só e “ficar bom nela”. Para mim, parte dos fundamentos de qualquer programador é saber pelo menos umas 5 linguagens, cada uma te ensinando uma camada diferente do mundo: Assembly, para entender como o computador funciona; C, porque é a língua franca da computação; JavaScript, porque é a língua franca da web; Python, porque é a língua franca da IA; e mais uma de sistemas à sua escolha, entre Java, C#, C++ ou Go. Com essa base, o resto você aprende sob demanda e disputa qualquer vaga.