Executando verificação de segurança...
2

Desculpa te des apontar mas não existe sequer IA em termos estritos quanto mais AGI, um LLM bater 80% das olimpíadas de matemática não é sinônimo que estamos perto da AGI, mas que estamos longe, esquece AGI, vamos para algo muito anterior, AI:

A ideia de algo inteligente é, eu te dou todas as definições, todas as regras, todos os cenários individuais, você me devolve todos o resultado de um cenário composto, é assim que olimpíadas de exatas funcionam

Um LLM acertar 80% indica que ela foi capaz de aprender que existem cenários compostos que se comportam como cenários individuais, mas onde exigiria inteligência alem do aprendizado (ou seja, exige além de memorizar, criatividade) ela falha, num teste de exatas, qualquer percentual inferior a 100% está mais perto de 0% que de 100%, em 1980 algoritmos estavam detectando em emaranhados de dados coisas que nós julgavamos impossíveis de serem detectados, mas isso não tornava mais inteligente que um humano, ela só fazia algo que um ser humano não podia fazer em tempo habil (e nunca vai poder), um exemplo mais concreto: um LLM pode gerar um livro em 10s, um ser humano não vai conseguir isso nunca, mas um ser humano consegue escrever um livro, a questão é diferença de tempo

Então a grande pergunta é ao LLMs são mais inteligentes ou mais rápidos para produzir uma resposta que humanos?

Se assumir que são mais inteligentes, velocidade é o mesmo que inteligência? Então um super cluster rodando um modelo de 1.5 bit vai ser mais inteligente que um desktop rodando um modelo de 16 bit?

Carregando publicação patrocinada...
0

Cara, entendo teu ponto, e é muito justo. E sim, acredito que uma ameba é mais inteligente que os modelos estado-da-arte se a gente for rigoroso com o que “inteligência” de fato significa. E sim, concrodo que estamos longe de qualquer “inteligência artificial”. Só que não estou nem aí pra definição, estou olhando o lado prático: realizer tarefas que exigem capacidade cognitiva. Porque no fim das contas “AI” nasceu em 1955 como clickbait pra angariar verba para uma pesquisa verão, um slogan no grant proposal. Nunca foi o objetivo final.

McCarthy, 2004: “We needed a name that would seem exciting but not too narrow…”

“AGI” é só o rebranding que a indústria deu pro velho slogan quando ele esgotou sua capacidade de conseguir investimentos. Simples assim.

Eu não carrego essas etiquetas nem o guarda-chuva.

Estou dizendo apenas o seguinte, qualquer tarefa que eu executar através de uma tela e teclado, o modelo faz melhor (e mais rápido também). Estou falando de mim. Talvez você seja mais inteligente e o modelo não te supere…mas eu te garanto: ele me supera em qualquer coisa que eu tentar fazer no computador. Se isso não é “inteligência”, tudo bem, chama de autocomplete, chama de giló, chama do que quiser.