Concordo com o cinza. O que mudou pra mim no Drizzle é que quando o ORM não comporta a query, você desce para SQL puro sem sair do contexto: mesmo arquivo, mesma conexão, mesma tipagem retornando. No Prisma isso exige $queryRaw com template string e você perde o type safety. Então para casos onde você mistura ORM e SQL bruto com frequência, o Drizzle elimina uma fricção real. Você usa query builder nos casos mais complexos ou vai direto para driver nativo quando o ORM não alcança?
Respondendo a "Respondendo sua pergunta: uso ORM por produtivi..." dentro da publicação Mudei de Prisma para Drizzle em produção. Aqui está o que ninguém avisa antes
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