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Exatamente isso. Diferente de um SaaS normal onde você pelo menos usa a própria ferramenta, o BloodLink precisa de duas pontas ao mesmo tempo: alguém criando campanha e alguém disponível pra doar. Sem os dois, o loop não fecha nem pra teste.

O que me tirou do buraco foi parar de esperar o produto ficar pronto e começar a documentar o processo. A motivação veio de outro lugar. Mas o problema que você levantou continua sendo o real desafio quando for pra produção de verdade.

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Eu acho seu projeto muito promissor então com o marketing adequado acredito que conseguirá uma boa base de usuarios, mas isso da motivação é realmente bem complicado, um SaaS de automação no whatsapp se não deslanchar tu pelo menos consegue usar solo mas nesse caso é realmente 2 pontas, se uma não usar o aplicativo não funciona, se tiver doadores se cadastrando e não tiver campanha fica inutil e se tiver campanha mas não tiver doadores continua inutil é realmente obrigatorio conseguir juntar essas duas pontas.

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É exatamente isso. O problema de duas pontas é o mais difícil de resolver porque nenhum lado tem incentivo para entrar antes do outro já estar lá. Estou pensando em estratégias para quebrar esse ciclo, mas ainda não tenho a resposta ideal. O que você faria nessa situação?

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Eu iria nos hospitais oferecendo o cadastro de forma facil e gratuita, os doadores precisam de campanhas então o hospital tem que entrar primeiro mas se ele tiver que fazer algo que é incerto do retorno ele não vai fazer. Depois focaria em campanhas de anuncio por conseguir filtrar relativamente bem (não tão bem assim já que a meta tá meio esquisita) para encontrar os doadores, sim é um gasto a mais porem sem um boot é muito dificil esse sistema rodar. Se esse boot der certo o hospital vai bater a meta de doação e vai ter um incentivo pra usar novamente seu serviço e quanto a parte dos doadores acho que teria que ter um mecanismo de emails para avisar caso apareça uma nova campanha proxima a ele (faz tempo que li sua postagem sobre o bloodlink então não lembro se já tem esse mecanismo)

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Faz total sentido começar pelos hospitais. O problema é exatamente o que você descreveu: é um ciclo de galinha e ovo. Hospital não entra sem ter doadores, doador não entra sem ter campanhas. Então ir direto ao hospital com uma proposta concreta de valor resolve a primeira parte do ciclo.

Sobre o mecanismo de emails: já existe. Quando uma campanha é criada, o sistema busca automaticamente doadores compatíveis por tipo sanguíneo e cidade e dispara os emails. O desafio é ter doadores cadastrados na base para isso funcionar.

O ponto sobre anúncios pagos no boot inicial também faz sentido, aceito como ideia de growth para quando tiver o primeiro hospital parceiro.