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O teste de se um fluxo feio é solução ótima é o resultado que ele entrega. Hemocentros brasileiros entram em situação crítica de estoque todo ano, está no noticiário. Se WhatsApp e lista de contatos resolvia, não precisaria de campanha de emergência em hospital público toda semana. Fluxo tosco que entrega resultado pode não precisar de software. Fluxo tosco que entrega resultado ruim de forma consistente é outra conversa. O argumento de 'não tem concorrente, logo o problema não existe' só funciona se o problema estivesse resolvido. E os estoques críticos mostram que não está. Você acha que o gargalo é engajamento dos doadores ou mesmo a encontrabilidade?

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Ok, o problema de falta de sangue é real, mas daí para a solução ser apenas conectar doadores aos bancos de sangue me parece um pulo bem grande.

Se hoje muita coisa ainda roda no WhatsApp e planilha tem uma chance de existir valor grande em analytics, predição e follow-up.

Em outra palavras, acho que o negocio que existe é menos "uber de sangue" e mais "CRM + WMS para hemocentros".

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CRM + WMS é exatamente o ângulo que eu comecei a enxergar depois de tentar falar com hemocentros. O problema não é conectar doador a campanha pontual: é que o hemocentro não tem visibilidade do histórico, não consegue fazer follow-up, não sabe qual doador está elegível hoje. A plataforma como está é mais um canal de captação do que uma ferramenta de gestão. O pulo para CRM exige integração com os sistemas internos deles, que é onde bate na barreira regulatória. Mas analytics em cima de dados públicos, sem tocar prontuário, já resolveria bastante. O que você acha que seria o dado mais valioso pra um hemocentro ter visibilidade hoje?